terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Escola sem Partido - OFICINA ENALIC

Olá a todos!

Houve do dia 14 ao dia 16 o ENALIC, Encontro Nacional de Licenciaturas. Foi um evento de nível Nacional onde apresentamos uma Oficina sobre a Escola sem Partido...

Como agir em tempos de mordaça?




Ao continuar essa discussão, fizemos um paralelo da Musica 2112, da Banda Rush, que mostra como a dominação da linguagem e do pensamento, que é o que o Escola sem partido quer, pode fazer de nossa sociedade uma distopia como as da literatura






Bom, foi uma ótima experiência, por ser meu primeiro evento científico, e que venham mais...

Até Logo...




domingo, 18 de dezembro de 2016

O saber do professor - um comentário pessoal ao texto de Maurice Tardif

Olá a todos...

O texto utilizado para os próximos posts para avaliação de didática é o texto sobre Saberes do professor de Tardif.
Mas antes de lançar os outros posts, gostaria de escrever minha opinião sobre os saberes do professor.

Aprendemos várias teorias na universidade, no meu caso que faço história, aprendemos sobre ensino histórico, didáticas, teorias de ensino, historiografia, etc. E quando entramos em sala, vemos uma realidade totalmente diferente. É quase um choque cultural. Pois o que aprendemos em sala, não vemos nenhuma igualdade quando entramos em sala.
Mas no PIBID, eu tive uma experiência diferente: consegui encontrar a igualdade dos dois saberes em sala. Lógico que no PIBID, entramos na sala em grupo, temos por missão uma aula diferente, inovadora. Mas é útil para a primeira oportunidade de construção da nossa identidade profissional.
Com o tempo vamos aprendendo a como falar, a como agir para conseguir prender os alunos em nossas discussões, ou seja, começamos a entender os saberes docentes, aqueles que você só aprende na sala de aula.

Eu acho que eles se completam, por isso é necessário os dois saberes para podermos ter um melhor aproveitamento profissional

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Da Série O professor que queremos ser: Professor carrega bebê para aluna copiar conteúdo da aula

Foto: reprodução / FacebookFoto: reprodução / Facebook
O que um professor apaixonado pela profissão é capaz de fazer para atingir seu objetivo de ensinar!
O educador Moisés Reyes Sandoval apareceu nas redes sociais carregando o filho de uma aluna, para que ela pudesse copiar os exercícios da aula.
“Tenho uma aluna que não largou os estudos, apesar de seus distintos papeis, por isso resolvi carregar seu filho, sem interromper a aula, para que ela anotasse o conteúdo”.
Foi dessa forma, simples e direta, que o professor explicou sua atitude durante uma aula na Universidad Interamericana para el Desarrolho, em Acapulco, no México.
De acordo com o jornal El País a bela cena foi registrada no dia 30 do mês passado, durante uma aula de Direito Internacional, mas ganhou exposição mundial depois que foi parar no Facebook.
O bebê
A aluna Yelana Salas, de 22 anos, chegou à aula com o bebê, de seis meses.
“Ele começou a chorar e se mexer muito porque estava com sono, e eu não tinha como acalmá-lo”, relatou a jovem ao El País.
Ao perceber o desconforto da aluna, o professor se ofereceu para ajudar. “Parecia que ele estava prestando atenção na aula”, relatou Reyes, que passou o resto do tempo com o pequeno junto de si.
Quando a foto começou a circular pela internet, no entanto, muita gente achou que Reyes fosse o pai do pequeno. Para esclarecer o mal-entendido, o professor fez um post no Facebook.
Com informações do ElPais e BrasilPost
Fonte: Site Só Noticias boas
Acesse a original em: http://www.sonoticiaboa.com.br/2016/07/13/professor-carrega-bebe-para-aluna-copiar-conteudo-da-aula/

Educar sem Instruir, é possível? (reescrita da aula 11 de julho de 2016)



Na aula passada foi discutido o tema sobre didática em geral, trazendo para nós alguns conceitos sobre educação, pedagogia, instrução, etc.
Segundo o autor, a educação é presente em toda a sociedade, todos os aspectos filosóficos dela está presente na sociedade, política, instituições, etc. Ou seja, somos educados todo o tempo das mais diversas formas possíveis.
A educação é subdividida em educação informal e educação formal. A educação informal pode ser definida pelo processo de aquisição de ideias, conceitos, valores não ligados diretamente a uma instituição, sendo adquirido de forma espontânea, naturais através de vivencia ou experiência. A educação formal, é quando a intenção e objetivo definido, há métodos, praticas, planejamento, há o interesse de que o aluno cumpra com aquilo que está sendo ensinado. Um dos exemplos é a escola, as igrejas, a família, etc.
Então após a definição deste conceito, o texto põe a relação da instrução e educação. A instrução é um método da educação onde através do repasse de informações, o aluno recebe através de técnicas cognoscitivas o assunto discutido. Já educação seria quando o aluno consegue pegar essas informações e criar um senso crítico, sabendo trabalhar com o conhecimento criado através delas.
O texto põe que a educação está diretamente relacionada a instrução e vice-e-versa. Mas em outro ponto ele põe que é possível instruir sem educar e educar sem instruir. Eu entendo que é possível instruir sem educar, pois, é o que mais vemos atualmente. Jogando para a parte da educação escolar, a instrução é atualmente muito grande, pois ensinamos passo a passo, ensinamos linha cronológica, ensinamos formulas para provas, para o “decoreba”.
E agora, ensinar sem instruir isso é possível?
Nesta parte eu vou discordar do autor. Pois como é citado em dois parágrafos acima no texto, eles estão diretamente correlacionados. Da maneira formal, a instrução é uma importante fase da aprendizagem, pois vai estimular o conhecimento a cerca do assunto ensinado e após isso colocar o tema em discussão estimulando a criticidade do aluno no assunto. Se temos uma visão do conhecimento histórico de Rüsen, vamos partir da instrução e do ensino através do conhecimento histórico dos alunos, pois todos temos uma consciência de vida, uma biografia, formando assim, segundo o texto um ciclo completo.
Mas na educação informal? Eu creio que mesmo assim há instrução, pois mesmo apenas vivendo uma situação, uma causa do dia a dia, não vamos adquirir o conhecimento sobre aquilo do nada. Mesmo vivenciando, vamos buscar alguma forma de instrução. Um exemplo usado em sala de aula:
Nós estudamos sobre a guerra. Mas uma criança viveu na guerra. Essa criança foi educada da maneira informal e nós de maneira formal. Mas apenas a experiência de ver uma bomba caindo ensinou a ela o que é guerra? Eu acredito que não. Acredito que ela só foi ter realmente o conhecimento que é uma guerra, quando seu pai, ou sua mãe, falou que aquilo é uma guerra, sendo já uma instrução, ou ela ouvindo no rádio que a guerra estava vindo, também uma forma de instrução.
Então, acredito que a instrução seja o início do processo educativo. Não sendo possível deixa-lo pela metade. Pois instrução sem educação é a verdadeira forma de dominação.


E inicio-me no Pibid

Vida longa e próspera galera. \V/

Galera, na quinta feira passada finalmente iniciei no PIBID.
O PIBID é um programa de iniciação a docência, onde através do projeto vamos para os colégios ter a experiencia de vivencia em sala de aula, tentando de maneira diferenciada chamar a atenção do aluno para a matéria relacionada.

Com o tempo, usarei meu blog para expor meus resultados e discussões, pois produziremos muitos materiais uteis para  ensino de História.

Sobre os laços humanos, redes sociais, liberdade e segurança - Zygmunt Bauman