segunda-feira, 18 de julho de 2016

Quem deve escolher o que ensinar? (reescrita 23 de Maio de 2016)


Na aula de hoje, dia 23 de Maio de 2016, discutimos sobre vários assuntos relacionados a didática escolar, nas semelhanças e diferenças dentro da escola. Foi dito que a forma de ensinar podem ter as dimensões técnicas, políticas e humanas.
Então, de certa maneira é o professor que dita a aula e se torna responsável pela aprendizagem na sala de aula.
Então minha dissertação é sobre um tema que o professor colocou em discussão: Quem deve decidir o que ensinar?
Estamos em uma época que todos querem decidir o que devemos aprender em sala de aula. Temos o projeto “Escola sem partido”, da qual já discutimos em várias oportunidades, que diz que o professor é um doutrinador em sala de aula.
Sim, nós somos formadores de opiniões, mas não por doutrinação, e sim, por sermos responsáveis para a criação da criticidade da pessoa.
Nós vivemos sem precisar dessa lei a pior doutrinação. A doutrinação da repetição  que atualmente nos acompanha desde o maternal até os bancos da faculdade. A falta de interesse dos professores em aprender e em tentar instigar as mentes dos alunos, é o que vem matando  a educação e nos fazendo entrar em crises cada vez pior.
Eu acredito que a escolha do que ensinar deve vir através dos alunos. Por isso acho muito útil a educação histórica. Pois segundo Rüsen, o aluno já vem com um conhecimento histórico e através dele conseguimos desenvolver a identidade e diminuir o espaço entre os alunos. É dessa maneira que conseguiremos desenvolver alunos críticos, não sendo necessário que algum governo sem ética, num país com crise de ética, tenta nos limitar o conhecimento, alienando cada vez mais as pessoas.

Então, em minha opinião, a escolha do que ensinar deve ser em parceria do professor com aluno. Onde ambos encontrarão a melhor didática para ambos. 

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