Na aula de hoje, dia 23 de Maio de 2016, discutimos
sobre vários assuntos relacionados a didática escolar, nas semelhanças e
diferenças dentro da escola. Foi dito que a forma de ensinar podem ter as
dimensões técnicas, políticas e humanas.
Então, de certa maneira é o professor que dita a aula
e se torna responsável pela aprendizagem na sala de aula.
Então minha dissertação é sobre um tema que o
professor colocou em discussão: Quem deve decidir o que ensinar?
Estamos em uma época que todos querem decidir o que
devemos aprender em sala de aula. Temos o projeto “Escola sem partido”, da qual
já discutimos em várias oportunidades, que diz que o professor é um doutrinador
em sala de aula.
Sim, nós somos formadores de opiniões, mas não por
doutrinação, e sim, por sermos responsáveis para a criação da criticidade da
pessoa.
Nós vivemos sem precisar dessa lei a pior
doutrinação. A doutrinação da repetição
que atualmente nos acompanha desde o maternal até os bancos da
faculdade. A falta de interesse dos professores em aprender e em tentar
instigar as mentes dos alunos, é o que vem matando a educação e nos fazendo entrar em crises
cada vez pior.
Eu acredito que a escolha do que ensinar deve vir
através dos alunos. Por isso acho muito útil a educação histórica. Pois segundo
Rüsen, o aluno já vem com um conhecimento histórico e através dele conseguimos
desenvolver a identidade e diminuir o espaço entre os alunos. É dessa maneira que
conseguiremos desenvolver alunos críticos, não sendo necessário que algum
governo sem ética, num país com crise de ética, tenta nos limitar o
conhecimento, alienando cada vez mais as pessoas.
Então, em minha opinião, a escolha do que ensinar
deve ser em parceria do professor com aluno. Onde ambos encontrarão a melhor
didática para ambos.

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